Entre um PBL e outro, vamos imergindo nas leituras.

 

    A aula do dia 12 de maio teve início com uma fala importante do professor Dr. Fernando Pimentel, que devemos focar no estudo de caso e no problema, não apenas na tarefa tecnológica, ela não pode ser mais importante que o problema. Essa preocupação com o artefato tecnológico a ser utilizado, para apresentar no blog da disciplina a partir da sugestão da dupla do PBL, vem acontecendo comigo e acho que com alguns alunos da turma. A carga de leituras dos textos, faz com que o tempo fique curto para dar conta de tudo.

    Finalizamos o PBL 8 sobre STEAM tendo como entendimento que STEAM vem do inglês e representa cinco grandes áreas do conhecimento: Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. De acordo com Rodrigues-Silva e Alsina (2023), um dos maiores desafios do campo é a falta de consenso sobre o que define o STEAM. Eles argumentam que a abordagem não é apenas a soma de disciplinas, mas uma estratégia integradora que utiliza contextos do mundo real para resolver problemas complexos. A proposta da educação STEAM é trabalhar esses campos de forma integrada, preparando os alunos para os desafios do mundo real com criatividade, pensamento crítico e colaboração.

    Iniciamos o PBL 9 sobre o Design de atividades didáticas mediadas por tecnologia, onde o planejamento, organização e desenvolvimento de experiências de aprendizagem que utilizam recursos tecnológicos de forma pedagógica, intencional e significativa. O foco não está apenas no uso da tecnologia, mas em como ela pode potencializar a aprendizagem, a interação, a criatividade e o protagonismo dos estudantes. Fomos para o problema da professora Helena, para reformular uma disciplina presencial incorporando tecnologias digitais ao planejamento das aulas.


 

No grupo fomos para a leitura inicial do problema, realizou-se a discussão e pensamos em autores que fundamentassem o entendimento para nos ajudar a entender o caso. Foram formuladas três perguntas para nortear os estudos da semana.

1-  De que maneira o design didático pode integrar momentos presenciais e digitais de forma intencional e sistemática?

2- Qual seria a diferença entre sequência didática e design didático?
3- Como redesenhar uma disciplina presencial com o uso de tecnologias digitais de modo pedagogicamente coerente, acessível e articulado aos objetivos de aprendizagem?

De volta a sala as perguntas foram socializadas e fomos para o segundo texto do PBL 9 com a atividade da semana, a construção coletiva de um Framework Visual para o Design de Atividades Mediadas por Tecnologias, tendo como sugestão de criação: Miro, Padlet, Jamboard ou outra ferramenta de criação colaborativa.

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