Redescobrindo e imergindo no mundo acadêmico.
Hoje dia 02 de março de 2026, iniciei o percurso formativo no doutorado Renoen, na disciplina TDE (Tecnologias Digitais no Ensino). Muita expectativa.
O professor Dr. Fernando Pimentel, uma referência na área. Vamos lá..., eu acho, essa parte tire do contexto da disciplina e do doutorado. Nada está perdido, para ser achado. O diálogo iniciou com esse aprendizado, anteriormente via e-mail o professor Fernando indicou fortemente a compra e a leitura de um texto do livro “O conceito de tecnologia” de Álvaro Vieira Pinto, nesse texto do capítulo IV a tecnologia.
Iniciamos a aula com uma dinâmica, prática muito ativa nas aulas do professor Fernando, em seguida ele nos trouxe a metáfora do esvaziamento do copo, onde os nossos conhecimentos trazidos precisam ser esvaziados para encher com os novos conhecimentos.
Logo após nos apresentou a metodologia ativa PBL que será utilizada nos próximos encontros. Veio a falta de energia elétrica, em uma aula sobre tecnologia, o que fazer?
Veio à tona o dinamismo do professor, adaptação e tudo fluiu como planejado, divisão de grupos para a discussão acerca do problema 1 – O que é tecnologia?
Voltando para o grupo, foi solicitado dos três grupos formados anteriormente a socialização das três perguntas. Durante a socialização o professor fazia uma associação com o texto que tínhamos realizado a leitura, momento importante para o embasamento epistemológico do conceito de tecnologia.
Enfim, após muitos direcionamentos sobre a construção de um blog, leitura e construção de um MC (mapa conceitual), por meio do software Cmap tools, além da presença de Vygotsky e da tecnologia como artefato cultural. O professor Dr. Fernando Pimentel finaliza a sua aula, provocando inquietações e nos propondo uma imersão diferente em nossa trajetória acadêmica.
Erasmo, seu relato evidencia envolvimento, atenção aos detalhes da aula e abertura para o percurso formativo que se inicia. Você destaca elementos importantes, como a metáfora do “esvaziamento do copo”, a adoção do PBL e a articulação entre discussão prática e fundamentação teórica a partir de Álvaro Vieira Pinto. Também chama atenção sua percepção sobre a falta de energia em uma aula sobre tecnologia — um acontecimento que, longe de interromper o processo, revelou adaptação, flexibilidade e coerência com a proposta formativa.
ResponderExcluirA maneira como você menciona a presença de Vygotsky, a construção do blog e do mapa conceitual mostra que já está conectando diferentes dimensões da disciplina: teoria, prática, mediação e autoria. Para ampliar ainda mais essa experiência, vale visitar os blogs dos colegas, ler como eles interpretaram esses mesmos acontecimentos e comentar as reflexões apresentadas. Esse movimento pode expandir sua compreensão sobre tecnologia como artefato cultural e enriquecer sua própria construção conceitual.
E deixo uma provocação para continuar a imersão: se a tecnologia é um artefato cultural mediador da aprendizagem, como sua pesquisa pode ir além do uso instrumental e contribuir para transformar as próprias formas de mediação no contexto educacional?