Aprendizagem sobre inovação tecnológica x educação

TDE – Resumo da 3º aula

20 de março de 2026


Na tarde do dia 16 de março do ano de 2026, fomos agraciados com uma aula de muita reflexão. O professor Dr. Fernando Pimentel, iniciou a sua aula falando da importância das postagens no blog da disciplina, “o blog tem a função de acompanhamento da aprendizagem, é necessário aos menos duas postagens semanais”. Intensificou a cobrança acerca das postagens, solicitou com ênfase a leitura dos textos. Propôs uma leitura e um pensamento concatenado com a metacognição, nesse momento começo a entender e perceber o quanto ainda estou necessitando me adequar para imprimir o ritmo correto das leituras e cumprimento das atividades solicitadas.

O dinamismo do professor Fernando e o seu compromisso com a disciplina, nos faz entender que o processo do doutorado será bastante complexo e desafiador, as cobranças foram diretas e certeiras.

Passado o sermão, vamos lá. As reflexões acerca de TIC, TDIC e TD. Com uma explicação concisa nos envolveu focado no entendimento das diferenças dos conceitos, em que os mesmos nos confunde: TIC – entendi que são os meios pelos quais ocorre a comunicação e o acesso a informação; TDIC – são as relações do uso das tecnologias em ecossistemas digitais conectados com o uso da rede mundial de computadores, utilizando os protocolos pertinentes, e as TD – compreendem as tecnologias digitais que usamos frequentemente em nosso dia a dia.

As aulas acontecem com a proposta do PBL (Problem – Based – Learning) – Aprendizagem baseada em problemas. Onde o professor Fernando trouxe situações que sempre começam com um problema real ou simulado, indicando as leituras. Apresentou um vídeo que mostrou que inovar com tecnologia não significa que irá melhorar a aprendizagem nas aulas. A inovação parte do princípio da mudança de paradigma, principalmente dos atores que fazem educação no chão da escola, buscando formas de que o aluno sinta prazer em aprender na aula, com artefatos e métodos simples, porém eficazes. Logo após os grupos se reuniram para discutirem o texto e em seguida após 30 ou 40 minutos retornaram para o debate.

Na segunda parte da aula deu-se início a apresentação do PBL, tivemos os colegas de sala Bruno e Elenildo apresentando o tema – Informatização da sociedade e novos paradigmas sociais na educação. Houve a formação de novos grupos de forma inovadora, Bruno sugeriu como deveria ser os novos grupos de acordo com o uso da internet/tecnologia: 1º grupo – pessoas que usam mais as redes sociais; 2º os que mais usam streaming e no 3º grupo, os que utilizam para o trabalho. Já nos grupos, observamos o pensamento de outros colegas e eles o nosso, por meio das interações. Observou-se que o mundo está cada vez mais interligado e os meios digitais está presente no cotidiano dos nossos estudantes. Diante da leitura proposta, foi solicitado pelos membros da equipe do PBL que fossem formuladas três perguntas:

1 – Qual o impacto do sistema implantado para as mudanças das práticas pedagógicas? 2 – Qual a metodologia para a análise crítica dos dados? 3 – De que maneira a plataforma monitora dados como: evasão, engajamento e desempenho acadêmico.

Na última parte da aula, Elenildo e Bruno propuseram a atividade assíncrona: fazer um podcast de 5 a 10 minutos, tendo no blog as orientações.

Finalizo o relato com o sentimento de uma aula instigante e muito proveitosa, concluindo que: sempre esvaziar o copo, e buscar novas maneiras de encarar os desafios das inovações na nossa prática como professor, especialmente em tempos de IA e Fake News.

 

Comentários

  1. Oi, Erasmo!
    Me identifiquei profundamente com o seu relato. As aulas realmente nos provocam a repensar nossa identidade de doutorando e professor. Concordo plenamente que o blog e as demais atividades são fundamentais para consolidar nossa autonomia, embora o ajuste ao ritmo exigido seja um desafio constante para todos nós.
    No campo da tecnologia, sua reflexão sobre mentalidade e propósito é cirúrgica: a inovação real surge da intencionalidade pedagógica, e não apenas do uso de ferramentas. A dinâmica de PBL ilustrou bem como a interação e o confronto de ideias são os verdadeiros motores do aprendizado na cultura digital. Concordo com você, em tempos de excesso de informação, nossa maior competência é a capacidade de “esvaziar o copo” para aprender e reaprender continuamente.

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